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sexta-feira, 13 de março de 2009

Quando o amor vira doença

Ele chamou meus pais, entramos, nós três, naquele consultório que hoje tornou-se tão comum para mim.
Disse que eu estava com duas doenças graves.
- Graves?!
Eu não tinha nem câncer nem aids. Mas como doente iniciei o tratamento.
Minha doença era amor. Ou melhor, a falta do amor. Também não precisava ser médico para diagnosticar isso. Eu sou amor, Ian faz parte do meu ser. E viver sem ele é viver de metade, viver desprotegida.
Impossível é não amá-lo todos os dias, não desejar revê-lo, tocá-lo. Se isso é mesmo causa ou consequência de minhas doenças, desisto, não tenho cura.

Um comentário:

  1. FICO FELIZ EM SABER QUE VC JÁ PODE EXPRESSAR EM PALAVRAS ESSA PASSAGEM TAO DOLOROSA DA SUA VIDA...É SINAL QUE DA DOR FICOU A SAUDADE.OUTRO DIA OUVI ALGUÉM DIZER QUE :SAUDADE É O AMOR QUE FICA....QUE BOM QUE VC ESTÁ BEM ACOMPANHADA, QUE ESSE AMOR ESTEJA SEMPRE NO SEU CORAÇAO!

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