Ele chamou meus pais, entramos, nós três, naquele consultório que hoje tornou-se tão comum para mim.
Disse que eu estava com duas doenças graves.
- Graves?!
Eu não tinha nem câncer nem aids. Mas como doente iniciei o tratamento.
Minha doença era amor. Ou melhor, a falta do amor. Também não precisava ser médico para diagnosticar isso. Eu sou amor, Ian faz parte do meu ser. E viver sem ele é viver de metade, viver desprotegida.
Impossível é não amá-lo todos os dias, não desejar revê-lo, tocá-lo. Se isso é mesmo causa ou consequência de minhas doenças, desisto, não tenho cura.
FICO FELIZ EM SABER QUE VC JÁ PODE EXPRESSAR EM PALAVRAS ESSA PASSAGEM TAO DOLOROSA DA SUA VIDA...É SINAL QUE DA DOR FICOU A SAUDADE.OUTRO DIA OUVI ALGUÉM DIZER QUE :SAUDADE É O AMOR QUE FICA....QUE BOM QUE VC ESTÁ BEM ACOMPANHADA, QUE ESSE AMOR ESTEJA SEMPRE NO SEU CORAÇAO!
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